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      • Estonian Literature Centre

        The Estonian Literature Centre (ELIC) exists to generate interest in Estonian literature abroad. ELIC organizes translation seminars and publishers’ fellowships, and coordinates the Translator-in-residence program in Estonia. ELIC has created a unique English language web site on Estonian writers and translators of Estonian literature and maintains a developing database of translations of Estonian literature. The web site and database can be accessed at: www.estlit.ee

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      • Lorenza Estandia Literary Agency

        The Catalogue has 114 titles, picture books, illustrated stories and novels poetry, plays, series, and non-fiction, and by readers age from 0 to 18+ years.

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      • September 2018

        Horizontes culturales de la historia del arte: aportes para una acción compartida en Colombia

        by Editor académico: Diego Salcedo Fidalgo. Autores: Karen Cordero Reiman, María Clara Cortés Polanía, Claudia Angélica Reyes Sarmiento, Isabel Cristina Ramírez Botero, Mario Alejandro Molano Vega, Diego Salcedo Fidalgo, Julián Sánchez González, María Margarita Malagón-Kurka, Ana María Franco, Jesús Pedro Lorente, Antonio Sánchez Gómez, Gabriela Gil Verenzuela, Paula Jimena Matiz López, Carlos Rojas Cocoma, Daniel García Roldán, Anne-Marie Losonczy, Jairo Enrique Salazar Chaparro, Mariana Dicker Molano.

        Horizontes culturales de la historia del arte. Aportes para una acción compartida en Colombia da cuenta de reflexiones que van desde los silencios u omisiones en la historia del arte, pasando por las conexiones complejas entre estética e historia del arte, hasta las vicisitudes de su práctica en el museo o lugares alternativos. También examina la memoria del arte como nuevo modo de representación, relectura y construcción de subjetividad.

      • The Arts

        Memoria y paisaje en el cine japonés de posguerra

        by Pedro Iacobelli y Claudia Lira

        La Segunda Guerra Mundial en Japón fue un evento único y transformador que implicó la reconstrucción física y espiritual del país. El paisaje —como categoría estética— y la memoria —como una entidad colectiva— son conceptos que permiten auscultar a los pueblos luego de crisis históricas profundas. En este sentido, la presente publicación examina las principales corrientes del cine japonés a partir de una lectura y análisis histórico y estético, e innova en la lectura de las sociedades poscrisis al incorporar una visión interdisciplinaria original. “No hay nación cuyo sentido del tiempo y del espacio se mantengan invariables después de una catástrofe fundamental. El cine de posguerra de Japón, a través del desarrollo estético de sus identidades espaciales y temporales, conjuga poéticamente las nociones de trauma, origen e identidad. Los minuciosos escritos que reúne este libro analizan ese corpus fílmico en torno a los conceptos de memoria y paisaje, pero no solo como tipificación de argumentos, elementos de drama o iconografías, sino especialmente como ideas audiovisuales de la conciencia moderna en crisis, forma que desde occidente o desde nuestra periferia contemplamos con una extrañeza familiar”. Pablo Corro PhD, director del Magíster en Estudios de Cine. Instituto de Estética UC

      • January 2018

        Práticas lúdicas na formação vocal em teatro

        by Pereira, Eugênio Tadeu

        A formação vocal do estudante de teatro e, por extensão, a exploração dos recursos vocais de todos os que se interessam pelas artes da cena e pela educação estética e artística vêm à tona neste trabalho. Elementos centrais no fazer teatral, a escuta de si e do outro, a apropriação de parâmetros musicais, a relação entre o corpo como um todo e a emissão da voz são aqui focalizados detalhada e cuidadosamente. De modo original, a incerteza intrínseca ao lúdico é enfatizada pelo autor como caminho fértil para conduzir essa aprendizagem. O jogo tradicional, patrimônio cultural transmitido oralmente e partilhado pelas diferentes gerações constitui nesta obra o principal vetor da ampliação das capacidades vocais. A disponibilidade para o jogo abre as portas para a descoberta das possibilidades vocais de todos aqueles que se dispuserem a essa aventura.

      • Literature & Literary Studies
        December 2021

        Imago Mundi IV

        by José Kozer

        Lo autobiográfico: esa impronta que en toda la poesía, la escritura de José Kozer es lo metafísico, lo ético, lo filosófico. El cotidiano y sus aliados a través de los sentidos: alturas agorafóbicas, por menores, particularidades que son convertidas en redes y concatenaciones, fachadas de casas, espejos, sinagogas, té azabache. La irrupción, la dislocación, lo no lineal en sus versos son más que una estructura o forma, el ejercicio de una elección estética, palabra por palabra. Estrategias más que acrobacias: revelaciones, satoris. El lenguaje como la casa, el jardín, el monasterio, el árbol: laurel, roble, sicomoro. Los alfabetos y silabarios. El todo, la nada, como parte dialógica de este IMAGO MUNDI IV. Más allá de la riqueza lingüística, el ritmo, la oralidad, más allá del universo particular donde el poeta explora, queda entre las páginas el canto del jilguero, la pasarela de madera, el agua de escaramujo.

      • 2020

        Iniciação à direção teatral

        by Machado Santos, Gláucio

        "A historiografia sobre as artes cênicas no ocidente, em linhas gerais, concorda que a moderna encenação teatral possui sua certidão de batismo em dois textos fundadores: 1884, A arte da encenação: ensaio de estética teatral de Louis Bec de Fouquières, e 1903, Conversas sobre a encenação de André Antoine. Assim, em termos de cultura teatral ocidental, pode-se considerar que o conceito de moderna direção teatral e consequentemente o perfil do diretor possuiriam pouco mais de cem anos de idade. O que dizer então do processo de transmissão deste jovem ofício às novas gerações? Ensaiar, dirigir, encenar, performar. Esses são verbos que, na língua portuguesa, sinalizam atitudes criativas distintas em relação ao palco. O comportamento criativo do coordenador da cena teatral reflete a mentalidade de sua época. Assim, o ensaiador luso-brasileiro esteve condicionado pela técnica teatral associada aos gêneros dramáticos; o moderno diretor passou a ser o porta-voz, o mediador poético das palavras do autor da peça; enquanto que o encenador procurou expressar, por meio de uma escrita cênica arrojada, mais sobre si próprio e suas inquietações sobre o mundo do que sobre o resíduo escrito por outrem; e o performador vem performando na contemporaneidade, atritando mais do que nunca o real e o ficcional, o autobiográfico e o discurso sobre as minorias e temas atinentes à pós-modernidade, reciclando formas e gêneros. Como estabelecer então os fundamentos desta formação técnica e desta arte centenária? Simples. Leia este livro que você tem em mãos e aventure-se. Descubra o diretor teatral que existe em você. Conciliando fundamentos do ensino dispensado nos Conservatórios europeus com a teoria e prática do teatro advindas do ensino universitário, Gláucio Machado nos oferece caminhos seguros os quais associam esforço criativo e trabalho intelectual para oferecer uma sólida iniciação à formação do diretor teatral. — WALTER LIMA TORRES NETO (Professor titular de Estudos Teatrais na UFPR em Curitiba)."

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